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22 junho 2010

M’enfin!


As gafes do Gaston estão no ‘Público’. As maiores gafes do Gaston Lagaffe, o anti-herói da BD franco-belga, chegam ao diário ‘Público’, da Sonaecom, numa colecção de 19 álbuns. Todas as quartas-feiras, a partir de 07 de Julho, com o ‘Público’ por mais 6,40 euros, numa edição Público/ASA.

Gaston Lagaffe é uma das personagens mais atrapalhadas, preguiçosas e criativas da banda desenhada mundial que, mesmo sem fazer nada, faz o suficiente para provocar boas gargalhadas. Criada pelo desenhador e argumentista belga André Franquin (1924-1997), a personagem Gaston aparece no jornal ‘Spirou’, da editora Dupuis, em 1957.

Defensor de causas humanitárias, Franquin já tinha criado as séries com as personagens 'Spirou et Fantásio' e 'Marsupilami'. Em 1980 o autor ganha o prémio o Grand Prix National des Arts Graphiques (Prix Nobel de la BD). ‘Gaston’ deixa de aparecer em 1992 no jornal ‘Spirou’. A estatua de Gaston é inaugurada na Praça Pacheco em Bruxelas em 1996.

Os argumentos e o desenho de Franquin facilitaram o aparecimento de novas formas de humor gráfico, nonsense e exacerbado. O estilo extravagante e o traço fino e solto rompem com a tradição da Escola de Bruxelas e levam a Escola de Marcinelle para uma nova dimensão mais solta e muito mais engraçada.

Franquin fez parte do 'Hall of Fame' dos Eisner Awards e foi o primeiro 'Gran Prix' do festival Angoulême BD. Foi também o primeiro a dar o seu nome a um edifício em Angoulême, o ‘Espace Franquin’. Franquin mostrou que o humor não estava apenas no argumento; estava também nos desenhos.


Ver ‘Franquin’, ‘Gaston Lagaffe’ e ‘Dupuis - Gaston’.

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