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04 dezembro 2012

Radar Graphs


Avoid them (99.9% of the time). Os detractores dos gráficos de radar multiplicam-se por os considerarem complicados e propensos a erros. Depois de Stephen Few (fundador da consultora de infografia Perceptual Edge), Jon Peltier (fundador da consultora Peltier Technical Services) e Andy Kirk (editor do site ‘Visualising Data’), chegou a gora a vez de Alberto Cairo declarar que os gráficos de radar devem ser evitados, embora considere algumas situações específicas apropriadas para o seu uso.

Os gráficos de radar são uma maneira de mostrar uma ou mais variáveis de forma bidimensional, com um raio para cada variável. Uma linha conecta todos os pontos de dados em cada raio. Também conhecidos como gráficos de aranha ou de estrela devido à sua aparência, permitem comparar valores agregados de várias séries de dados.

Alberto Cairo, director de infografia e multimédia da revista brasileira 'Época', aconselha a opção por gráficos lineares, mais de acordo com a percepção visual, uma vez que os gráficos de radar requerem o esforço mental de projectar os arcos de rotação. Alberto Cairo termina o seu artigo ‘Radar Graphs: Avoid them (99.9% of the time)’, publicado no seu site ‘The Functional Art’ a apontar os dois trabalhos em que excepcionalmente recorreu aos gráficos de radar.


Ver ‘The Functional Art - Radar Graphs: Avoid them (99.9% of the time)’.

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