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06 maio 2013

Is Cartography Dead?


Not technicians, but storytellers. Na arte de desenhar mapas, representações visuais da informação geográfica, os artistas gráficos estão a dar lugar aos engenheiros de software. Contudo, as mudanças tecnológicas do papel para o pixel não permitem afirmar que a cartografia está morta, mas antes que a sua sobrevivência exige uma redefinição. O cartógrafo norte-americano Daniel Huffman, co-editor do livro ‘Atlas of Design’ (2013 NACIS) e editor do site ‘Somethingaboutmaps’, defende que os cartógrafos devem liderar o futuro dos mapas, concentrando-se na estética, no design e na narrativa.

No artigo ‘Is Cartography Dead?’, publicado na plataforma Visual.ly, Daniel Huffman reconhece a importância da técnica (dados, projecções, análise, programação), mas considera que esta componente se está a automatizar (algoritmos, processamento), o que volta a colocar a visualização e a criatividade como componentes essenciais.

Daniel Huffman valoriza a experiência dos designers para contar histórias (narrativas) com habilidades espaciais, tipos de letra e cores, como o valor que os artistas gráficos podem trazer à cartografia para alcançar a percepção dos leitores. O design gráfico e a criatividade asseguram o futuro dos cartógrafos, mesmo com a mudança de métodos da cartografia. O futuro está na cartografia personalizada, mesmo que o seu campo se restrinja.


Ver ‘Visually - Is Cartography Dead?’, ‘NACIS - Atlas of Design’ e ‘Daniel Huffman - Somethingaboutmaps’.

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